Vivendo a “vida” – Uma história verídica…
19, Fevereiro 2010

Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me, no momento, quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane, minha amiga, escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o mundo, antes que seja tarde demais:
“Eu era uma jovem ’sarada’, criada em uma excelente família de classe média alta, em Florianópolis, Brasil. Meu pai é engenheiro eletrônico de uma grande estatal e procurou sempre dar, para mim e meus dois irmãos, tudo de bom e o que há de melhor, inclusive liberdade, que eu nunca soube aproveitar.
Aos 13 anos, participei e ganhei um concurso para modelo e manequim de uma grande agência de modelos, e fui até o final do concurso que selecionou assistentes de palco de um importante programa de televisão. Fui também selecionada para fazer um book em outra grande agência de modelos, em São Paulo.
Sempre me destaquei pela minha beleza física. Chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de Florianópolis. Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés.
Nos finais de semana, frequentava shopping centers, praias, cinema; curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer às pessoas ‘saradas’, física e mentalmente.
Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de amigos para a Oktoberfest, em Blumenau (SC). Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal. Fizemos um ‘esquenta’, no Bude, famoso barzinho na Rua XV.
À noite, fomos ao ‘Proeb’ e no ‘Pavilhão Galego’ havia um show maneiro da Banda Cavalinho Branco. Aquela movimentação de gente era ‘trimaneira’.
Eu já havia experimentado algumas bebidas. Tomava, escondido da minha mãe, o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada.
Na quinta feira, primeiro dia da Oktoberfest, tomei o meu primeiro porre de chopp. Que sensação legal! Curti a noite inteira ‘doidona’. Beijei uns 10 carinhas. Inclusive, minhas amigas colocavam o chopp numa mamadeira, misturado com guaraná para enganar os ‘meganhas’ (policiais), porque menor de idade não podia beber. Mas a gente bebeu a noite inteira e os ‘otários’ não percebiam.
Lá pelas 4hs da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos bombeiros. Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento, quase vomitei as tripas, mas o meu grito de liberdade estava dado.
No dia seguinte, aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles, como tensão pré-menstrual. No sábado, conhecemos uma galera de São Paulo, que alugaram um apartamento no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino.
Bebi um pouco no sábado. A festa não estava legal, mas lá pelas 5h30 da manhã, fomos ao ‘ap’ dos garotos para curtir o restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso ‘baseado’ (cigarro de maconha), que me ofereceram.
No começo, resisti, mas chamaram a gente de ‘Catarina careta’. Mexeram com nossos brios e acabamos experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas, no dia seguinte, antes de ir embora, experimentei novamente.
O garoto mais velho da turma, o ‘Marcos’, fazia carreirinha e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me, mas não tive coragem naquele dia.
Retornamos à ‘Floripa’, mas percebi que alguma coisa havia mudado. Eu sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino: ‘DROGAS.’ Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada e, sem perceber, eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.
Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria.
Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue, o efeito dela ficava mais forte e, aos poucos, não compartilhávamos a seringa, e sim o sangue que cada um cedia para diluir o pó.
No início, a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível. Comecei a comprar a ‘branca’ a R$ 10,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$20,00 a boa, e eu precisava, no mínimo, cinco doses diárias.
Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus ‘novos amigos’. Às vezes, a gente conseguia o ‘extasy’. Dançávamos nos ‘points’ a noite inteira e depois… farra!
O meu comportamento tinha mudado em casa. Meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida.
Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas. Aos poucos, o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem.
Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos, toda a minha família foi se desestruturando.
Fui internada diversas vezes em clínicas de recuperação. Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para tentar reverter o quadro.
Quando eu saía da clínica, aguentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família.
Em dezembro de 2007, a minha sentença de morte foi decretada. Descobri que havia contraído o vírus
da aids, não sei se me picando, ou através de relações sexuais, muitas vezes, sem camisinha.
Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha. Aos poucos, os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando: família, amigos, pais, religião, Deus – até Deus –, tudo me parecia ridículo. Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los. Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo.
Estou internada, pesando 24 kg, horrível. Não quero receber visitas porque não podem me ver assim. Não sei até quando sobrevivo, mas, do fundo do coração, peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca.Você, com certeza, vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim.”
OBS: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise, que cuidava dela, comunicou que Patrícia veio a falecer 14 horas depois que escreveram esta carta, de parada cardíaca respiratória em consequência da aids.





Muitoo forte isto…eu senti o quão forte é!!Leiam pode vos ajudar a enxergar os olhos, ajuda muitos jovens que só pensam em curtir a vida espero que também abra mais o seu entendimento sobre o mundo das DROGAS.
Eu por acaso ja tinha lido antes porque me enviaram por e-mail…
Por acaso é muito forte.
Que ao lerem isto venha abrir a mente de muitos jovens. Nao se deixem levar pelo mal mas sim por Jesus.
DEUS é a nossa única SALVAÇÃO!
Que Deus abençoe a todos os jovens
bj
podemos observar que muitas historias destas sao contadas pelas proprias pessoas…ela reconheceu que estava doente e confessou que para ela não havia mais esperanças! e nos que ainda estamos vivos? nos temos que aproveitar o amor incondicional que Deus nos oferece para fazer a diferenca e chegar ate essas almas que gritam por socorro…Jesus ta connosco, que ele seja a unica coisa a que nos venhamos a apegar…
EU LÍ NO BLOG DO BISPO MACEDO FIQUEI ARRASADA COM A HISTORIA DESSA CRIANÇA UMA MENINA AINDA,MAIS É A REALIDADE DESSE MUNDO,SÓ DEUS NO CONTROLE DE CADA UM PRÁ DÁ O LIVRAMENTO,,,,
Ola.. Sou um simples rapaz de 18 anos acabados de fazer em 3 de janeiro de 2010. Estou na igreja Universal Da Cidade Do Funchal a 7 meses, E Posso dizer que muito Deus me tem revelado ao longo desta Batalha que me tem Aberto as Portas para um Mundo Espiritual A procura da essência da Vida.. Era e ainda o sou um pouco Um rapaz materialista, Adoro comprar Bens materiais para muitas vezes satisfazer o meu ego, e o meu vazio que nao conseguia compreender, Pensava que depois dos 9 anos que tive dependente de um computador mais de 12 horas por dia pensei que a minha vida estava completamente arruinada, fiquei com uma fraqueza dentro de mim Imensurável, só que o mais Radical é que arrependia-me sempre a Deus pelos os meus Feitos e tinham um contacto sempre com ele, errava e consequentemente arrependia-me. Deus perdoava-me eu sintia o Seu Louvor mas Depois quando essa acumulação foi execessiva Comecei a perder o Contacto Com Deus.
E ai a minha vida.. Foi Indo po um caminho Estranho, escuro e aterrorizador.
Comecei a entrar no Roubo e prostituia-me para tentar completar o vazio e aquele pouco Afecto familiar que me faltava, Pensava viver numa familia com Dificuldades mas na normalidade, mas estou a me aperceber que Deus Tem uma vida muito maior para mim, Fui Presseguido por forças estranhas.. As dores de cabeça arrazavam-me e manifestava frequetentemente , Espiritos Imundos,.. Mas quando Sacrifiquei E comecei a acreditar realmente na Cura através do sacrificio a minha vida tem vindo a melhorar, Ja tive para ser Internado, E queria desistir da escola, tornei-me anti-social, mas Deus esta preencher o vazio Que parecia inquebrável e agora sou um ser cada dia miais regenerado, a procurar de alcançar Almas para Jesus,
Na verdade tive em budistas, espiritualistas e outras linhas espirituais antes de encontrar a verdade.. PASSEI FAZER QUE JÁ NEM CONSEGUIA PENSAR… Devido ao enfraquecimento mental que senti, E ai.. estava muito longe de Deus.
Mas Quando COMECEI a combater as tendencias e impulsos Comecei a nascer de novo
E Digo’te Com todo a minha fé “NADA é IMPOSSIVEL NAS MAOS DE DEUS” ARREPENDE-TE E SEGUE EM FRENTE.
PEDE DEUS A CURA…
E NUNCA MESMO NUNCA TINHAIS MEDO E DUVIDA, AMA JESUS CRISTO E MOSTRA QUE PODERAS VENCER. NAO PARES DE ORAR…
VENCERÁS, que neste preciso momento seja lanaçado A ENERGIA DE DEUS EM TUA DIRECÇÃO!!!!!
QUE DEUS TE ABENÇOE, CONFIA…
COMPRIMENTOS DE QUEM JA SOFREU E VIU DIFERENÇAS QUANDO SE ENTREGOU A DEUS por intermidiario DE JESUS CRISTO!!!!
munto forte!!!da forca porque e o que o diabo quer fazer na vida de nos jovens.entao jovens temos que pegar firme con deus até o fim porque o diabo ta como o liaon.entao eo agredesso deus todos os dias.joven da a tua vida a deus el e tudo o que temos,nece mundo nao a nada é so ilusao.ti amo jesus!!!obrigado porque me tiraste dece mundo…………………..
ola jovens meu nome e Monica tenho 24 anos nunca experiemntei drogas, mas comei a beber ate chegar ao ponto de nao consegiur dormir sem tomar um copo. quando acordava sentia muita dor de cabeça e muito horrivel a sensaçao, certo dia bebi tanto na noite que vomitei fiquei sem sentidos i sai arrastada do bar porque nao conseguia fica em pe, mas um dia eu percebi que aquilo nao era vida para mim i fui ate a igreja universal, no inicio nao foi facil porque ja estava viciada em beber i naquela vida mas Deus foi tao maravilhoso comigo mi ajudou i eu consegui. jovens o nundo nao tem nada para nos o diabo so quer distruir a nossa vida vamos ser inteligentes porque Deus nos escolheu porque somos fortes. Deus abensoa a todos.
pena que nao podemos fazer o mesmo com os traficantes que vende isso
Na realidade, Nós os jovens muita das vezes temos sido egoistas para com Deus e até mesmo para Nós proprios. quando se está numa situação de bem-estár esquecemo-nos de agradecer ao Pai, “da minha vida cuido eu”, uzamos termos do género. quando já estamos em aflição o Pai virá o nosso amigo nº1. Devemos ter em conta que a vida que possuímos não nos pertence, é uma dadiva do Arquitecto da Vida, para que cada um venha cumprir com o seu chamado. E já como convertidos do Espirito Santo, a responsabilidade é MAIOR, por tanto meus queridos Irmãos em Cristo, é TEMPO DE OFERECERMOS A NOSSA JUVENTUDE PARA CRISTO, não temos nada a perder, Tudo o quanto temos lutado à anos, ele resolve num simples sopro. Um forte abraço e claro, QUE O PAI DAS LUZES VOS HONRE E ABENÇOE! Ass: Tuti
obs: não se esqueçam que o diabo tem lutado para nos roubar aquilo que temos do melhor. A FORÇA!!!
muiito fortee eol gostei dii maiz
puxa!muito forte e emocionante…
meu deus!
Isto é uma verdadeira historia !
Mas pode ser que sirva de exemplo para muita gente !
Porque inflismente as coisas nao acontecem aos outros!
nossa que história mais triste mais,essas são as consequências de seus atos..