A mentira e suas consequências

27, Maio 2010

mentiraA quem pense que a mentira não tem tanto “mau resultado” como parece. Ela pode até iludir temporariamente, mas amanhã, com certeza, terá suas consequências.

Quantas mulheres estão ansiosas por encontrar o homem da sua vida… Ele enfim aparece, e ela se entrega por inteiro, deixando que essa entrega vá muito mais além do que os seus princípios morais lhe alertam.

Para não o perder, para ser a melhor opção para ele, ela não tem capacidade de dizer “não” aos seus impulsos, e cai na armadilha de seus sentimentos.

Em nossa sociedade, não é anormal ter relações sexuais antes do casamento, mas em algumas culturas e meios sociais, ainda é atípico ficar grávida e não estar casada.

Engraçado, não é? Como a própria sociedade cai no rol da mentira. Querem enganar a quem? Querem ter a liberdade de ter relações sexuais, mas não aceitam o risco de uma gravidez. Já que a sociedade apoia tanto as relações íntimas, por que não esperam o fruto disso?

Muitos vão “levando a vida” lado a lado com a mentira, mas dizem que odeiam falar a mentira, e acabam praticando a mentira.

É como a menina solteira que se apaixona, se entrega e logo em seguida está grávida. Agora vem a dor por sentir que perdeu a sua liberdade, vem a dor da rejeição e até mesmo é abandonada. O tal namorado que a seduziu, agora a deixou. Sente-se traída e usada!

Mas, eu pergunto:
Ele assumiu algum compromisso com ela? Ela esperou o momento certo para que ele provasse que a amava, fazendo uma proposta de casamento? Não foi isso que ela semeou na relação entre ambos, se entregando antes do tempo?

A verdade é que ela espera receber o amor de alguém, que se comprometa, mas ela age sem compromisso.

Outro caso:
Muitos vivem de festas, baladas, bailes funk e etc… Há uma alegria, diversão, e toda a sorte de liberdade nesses ambientes.

Por lá, tudo pode! Não há nada que seja proibido. O prazer anda solto! A bebida, o vício, a dança, as amizades e etc…

Mas quando chegam em casa, caem em tristeza, no vazio e na inquietação. Na semana seguinte, voltam a mesma prática, às mesmas coisas. E vivem mostrando por aí que a vida é para se curtir! E realmente até curtem uma alegria temporária, mas que nunca permanece!

Vivem de ilusão. Mostram aos demais que isso é que é desfrutar a vida! Agem na emoção, aos poucos sendo destruídos internamente, sem que ninguém veja o quão infelizes em realidade são.

E seus familiares vivem constantemente em pânico, devido aos vícios que este adquiriu, desde que embarcou nesta aventura do livre acesso, da vida solta. E o mau comportamento? Sem comentários. Não têm a mínima responsabilidade! Não têm nada estruturado. E aos poucos, vão ferindo a quem mais os ama.

Vivem uma mentira! Vivem se iludindo! Se enganam e são enganados também!

Não seja um deles!

Se você está vivenciando uma mentira ou uma ilusão, não quero que se sinta mal, quero que reflita, porque você é a única pessoa que pode parar este sofrimento, quando você muda de direção, indo para o caminho que lhe vai trazer a verdadeira paz que tanto almeja.

E por isso, eu digo:
Não fale apenas a verdade, mas seja verdadeiro. Seja realista com tudo, pois quem está disposto a isso, não vive de ilusão, nem se baseia nas emoções. Controle seus impulsos.

E não se preocupe pelo que já passou, mas aprenda dos seus erros, e não os cometa novamente, para o seu próprio bem!

Há quem diga que errar é “humano”:
Mas mentir é errar Conscientemente.

by Vivi Freitas




Vida Reconstruída

26, Maio 2010

marlisa“Cresci num lar destruído pela violência doméstica, devido aos maus tratos que o meu pai infligia à minha mãe.

Como consequência disso, não aprendia nada na escola e era uma jovem triste e muito sofrida.

Vim, fugida, só com a roupa do corpo, de uma aldeia pequenina para a cidade do Porto.

Quando conheci Jesus, a minha vida mudou por completo.

Perdoei o meu pai e comecei a ser boa aluna.

Actualmente, tenho casa, carro e o meu próprio negócio.”


Abaixo podes saber mais sobre a história de Marlisa




Vigília no Templo Maior – Shows de Dança

26, Maio 2010




Basket em Torres Vedras

26, Maio 2010




A Inveja

26, Maio 2010

inveja“Certo dia, uma serpente voraz tentava abocanhar um indefeso vaga-lume, quando este se voltou para ela e lhe perguntou – senhora serpente, como é que um animal tão poderoso me deseja aniquilar? A serpente respondeu – o teu brilho fascina-me e, como não o posso ter, tenho que te matar”.

Como surge a inveja ?

A inveja vem através do olhar, e quando esta percebe que não tem o que o outro tem e desfruta, vêm os pensamentos que dão o arranque para um desassossego da alma. E quanto mais a pessoa vai nutrindo esses pensamentos, que parecem ser algo óbvio, vai aumentando a desgraça dentro de si. Eu quero dizer com isso, que aquela semente começa a brotar.

Ninguém quer admitir que tem tal coisa, mas todos estamos sujeitos a ela. É um pecado que seduz de tal maneira, que a pessoa muda de comportamento.

Ela deixa de ser livre para ser uma presa dos seus sentimentos. E isso pode-se ver, justamente, quando vem a tona aqueles pensamentos que temos de nós próprias, que somos inferiores.

Ninguém quer ser menos, nem incapaz de ser boa o suficiente. E quando vemos o que os demais têm, e não atingimos o sucesso como vemos, somos bombardeados com aqueles sentimentos que percebemos de imediato, que nos traz algo negativo.

A inveja é um sentimento de roubar o que o outro tem. Não quer conquistar apenas, mas quer arrancar da outra pessoa e trazer exclusivamente para si. Quer ser o centro das atenções, quer ser mais bem sucedida do que fulano. E quando vem aquela “boa notícia” da tal pessoa de quem ela sente inveja, ela tenta ignorar ou até mesmo mudar de assunto, para não dar a atenção que a outra merece.

E daí que surgem as brigas, contendas, difamações e guerras. O terror começa a se fazer presente, no relacionamento entre familiares, empregados e estudantes.

Se todos nós somos bombardeados com pensamentos malignos, o que devemos fazer então? Temos que dominar tal sentimento.

Sabe como?

Aprenda a ceder ou a dar, justamente a pessoa por quem você tem este sentimento. Se você dá, você controla os impulsos do sentimento, que insinua você fazer o contrário. Em outras palavras, é você quem age de uma forma inteligente, contra a estratégia dos próprios impulsos e que impõe o que tem que ser feito.

Você verá o peso sair de cima!

by Vivi Freitas




O que é o Surf?

19, Maio 2010

Sabe mais sobre o SURF

surf

O surfe ou surf (do inglês surf) é um prática desportiva marítimo, frequentemente considerada parte do grupo de atividades denominadas desportos radicais, dado o seu aspecto criativo, cuja proficiência é verificada pelo grau de dificuldade dos movimentos executados ao acompanhar o movimento de uma onda do mar sobre uma prancha, denominada prancha de surfe, à medida que esta onda se desloca em direção à praia.

História

Não se sabe exatamente em que momento se deu a origem do surfe, sabe-se porém que esta prática de deslizar sobre as ondas há muito tempo já era praticada pelos povos polinésios, eles que povoaram praticamente todas as ilhas do oceano pacífico, além do litoral pacífico das américas.

Os primeiros relatos do surfe dizem que este foi introduzido no Havaí pelo rei polinésio Tahíto. Outros relatos dão conta de que muito antes dos havaianos, antigos povos peruanos já se utilizavam de uma espécie de canoa, confeccionada de junco, para deslizar sobre as ondas.

O primeiro relato concreto da existência do esporte foi feito pelo navegador James Cook, que descobriu o arquipélago do Havaí e viu os primeiros surfistas em ação. Utilizavam-se inicialmente pranchas de madeira confeccionadas para deslizar nas ondas, as pranchas eram fabricadas pelos próprios usuários que acreditava-se que ao fábricar sua própria prancha se transmitia todas as energias positivas nela e ao praticar o “esporte” se libertava das energias negativas, porem os primeiros praticantes desse esporte acreditavam que sua pratica seria na verdade um culto ao espírito do mar em sua cultura original.

Na época, o navegador gostou do esporte por se tratar de uma forma de relaxamento, mas as igrejas protestantes desestimularam por mais de cem anos a prática de surfe.

O reconhecimento mundial veio com o campeão olímpico de natação e pai do surfe moderno, o havaiano Duke Paoa Kahanamoku. Ao vencer os jogos de 1912, em Estocolmo, o atleta disse ser um surfista e passou a ser o maior divulgador do esporte no mundo. Com isso o arquipélago e os esportes passaram a ser reconhecidos internacionalmente.

Na década de 1950 o esporte popularizou-se na costa oeste dos E.U.A., tornando-se uma mania entre os jovens, principalmente nas praias do estado da Califórnia. Durante as décadas de 70 e 80 o esporte espalhou-se por todo o mundo, dando início ao profissionalismo e campeonatos tendo dinheiro como prêmio.

A Austrália é o país com o maior número de campeões mundiais. A organização do campeonato mundial é responsabilidade da ASP Associação de Surfistas Profissionais.

O atual campeão mundial é Mick Fanning.




Complexo de Inferioridade

19, Maio 2010

jovemtristeEm virtude da biologia, todas as pessoas nascem inferiores em comparação com os adultos. Nascem frágeis, indefesas e se não fosse pelo cuidado dispensado pelas famílias, não sobreviveríam à primeira infância.

Porém, se tiverem uma educação equilibrada, superam naturalmente este sentimento.

Nos campos da psicologia e da psicanálise, é um sentimento de que se é inferior a outrem, de alguma forma. Tal sentimento pode emergir de uma inferioridade imaginada por parte da pessoa afligida.

É frequentemente inconsciente, e pensa-se que leva os indivíduos atingidos à supercompensação, o que resulta em realizações espectaculares, ou comportamentos anti-sociais, ou ambos.

O complexo de inferioridade nunca pode actuar para o progresso pessoal, mas sim para um estágio avançado de desalento, resultado de uma fuga das dificuldades.

A palavra pessoa complexada, com complexo de inferioridade é muita utilizada a tempos sem que as pessoas tenham a dimensão real daquilo que se chame pessoa complexada que é a pessoa portadora de complexo autónomo.

Quem criou a expressão complexo de inferioridade foi o psicólogo austríaco Alfred Adler1, que durante algum tempo trabalhou com Freud, mas, como ocorreu com vários seguidores do criador da psicanálise, acabou por se afastar do mestre em função de algumas opiniões radicais deste. Adler criou uma linha terapêutica própria, chamada psicologia do desenvolvimento individual. Sua teoria é que as pessoas têm preocupação permanente em alcançar objectivos para obter afirmação social.

O poder, a fama, a notoriedade e o reconhecimento público são os extremos dessa aceitação. O oposto é a inferioridade, a rejeição.

Essa pretensa inferioridade que alguns sentem pode ser imaginária, a partir do momento em que a criança se torna consciente de que não é o único alvo de atenção e de amor da família. Neste momento ela sente ciúmes e raiva.

Segundo Adler, é fundamental na análise deste complexo saber se o filho é o mais velho, o mais novo ou o do meio. Destas condições nasce a competição que futuramente se desenvolverá entre os irmãos.

De qualquer forma, este sentimento é inconsciente, e é compensado por atitudes de uma superioridade compensatória, para esconder estas emoções perturbadoras.

O que diferencia uma percepção normal de inferioridade, que tem como função impelir o homem para sua evolução particular, o complexo se constitui em um estado emocional de profundo desânimo, que muitas vezes conduz o indivíduo a uma fuga da realidade, reforçada pelas fantasias de superioridade.

O íntimo do ser humano é povoado de lutas pelo poder, sentimentos inferiores e competições. É assim que o homem busca a atenção de seus companheiros, tenta se destacar no meio do todo e se defender de um meio agressivo e desconhecido. Estes processos contribuem para o desenvolvimento da personalidade do indivíduo.

Os valores podem, a partir de então, ganhar contornos negativos, com a intensificação da concorrência e da agressividade, ou positivos, com o crescimento da solidariedade entre as pessoas, e a consciência cada vez mais clara de que perder uma disputa não é humilhante. Como geralmente, nestes momentos de derrota, não há ninguém ao nosso lado para nos mostrar esta face afirmativa da realidade, é quase inevitável a queda no Complexo de Inferioridade.

É essencial plantar na criança sementes de auto-estima e de fortaleza moral, que lhe permitam resistir aos pontos de vista dos outros e às provações do caminho que o Ego enfrenta.

Os pais precisam criar em torno do filho mecanismos que desenvolvam, ao longo do tempo, uma aura de segurança para protegê-lo das influências externas, e que na infância supram seus sentimentos iniciais de fragilidade, carência de proteção e dependência, vivências que dão origem ao que Adler chama de complexo de inferioridade primário. Esta emoção pode se amplificar se a família adquirir o hábito de compará-lo aos irmãos ou a outras pessoas adultas.

Já o sentimento de inferioridade secundário está associado ao adulto, que tenta alcançar uma meta que reside no inconsciente ou um pretenso êxito pessoal para suprir seu complexo de inferioridade.

O espaço que separa o sujeito da realização destes objetivos causa sentimentos de frustração e incita emoções negativas e inferiores.

O complexo de inferioridade está, portanto, ligado ao meio em que a criança se desenvolve, ao comportamento dos pais com relação a ela – estes devem evitar discursos negativos e depreciativos, bem como o costume de destacar os deslizes dos filhos -, à presença de determinados defeitos físicos, que provocam muitas vezes zombarias e ironias alheias, a restrições mentais deste ser e também a níveis sociais desvantajosos.

Percebe-se, pelos factores acima, que o maior algoz e adversário da nossa personalidade hoje é a opinião do outro, que pode provocar em nossas emoções distúrbios os mais variados, bem como patologias psíquicas sérias.

No momento de ansiedade extrema, é comum inventarmos em nosso interior um super-herói, através do qual podemos actuar emocional e socialmente, com prejuízos atenuados pela nossa criação mental. Afinal, o ser humano não suporta a marginalização, a rejeição social e a solidão.

Pesquisado por: Daíza Siqueira

Fonte: A ciência da natureza humana. Alfred Adler. Companhia Editora Nacional.

www.cobra.pages.nom.br

www.infoescola.com

Complexo de Inferioridade por Eugenio Mussak – Vida simples – Pensando bem – Edição 92




Más-turbação

19, Maio 2010

O Bispo Edir Macedo responde

masturbacao1Pergunta:

Bispo Macedo, meu nome é Werick, eu tenho 16 anos e queria saber se a masturbação é normal ou não. Quando vem o pensamento de me masturbar, eu tento resistir, mas é mais forte que eu. Tenho 8 anos de IURD e quando eu vou falar com Deus peço a Ele que me dê muita força, mas não sinto essa força. Fico muito triste de fazer isto. Por favor, me ajude, bispo. Deus abençoe o senhor.

Resposta:

Meu caro Werick,

Sua dúvida é, na verdade, a da maioria das pessoas. Especialmente quando se trata de cristãos sinceros. Pedi à médica dra. Eunice Higuchi que desse um parecer científico sobre o assunto.

Ela retornou dizendo:

Bispo,

A masturbação, devido principalmente aos estudos da Sexologia, é entendida como uma prática normal na infância, adolescência, fase adulta e velhice.

Na adolescência (10 aos 20 anos), a produção de hormônios sexuais, novos interesses e descobertas próprias dessa fase, provocam um desejo sexual de maior intensidade, sendo a masturbação uma forma de aliviar a tensão sexual e de conhecimento e descobertas do próprio corpo. Inclusive, faz parte de uma aprendizagem importante para a satisfação sexual na vida adulta. Porém, ela é preocupante quando praticada de uma maneira compulsiva, prejudicando o desenvolvimento de outras áreas da vida (estudos, esportes,vida social, etc) ou quando praticada com objetos que possam causar lesões. Nessas duas circunstâncias, seria aconselhável procurar um médico.

Espiritualmente, a masturbação é uma inclinação carnal. O ato em si não é pecado. Mas, sim, o motivo pelo qual é feito. Ou seja, o pensamento que o motiva. Conciliar a boa consciência cristã e tal prática é impossível, penso eu. O que fazer? Paulo ensina: É melhor casar do que viver abrasado. Mas, e os abrasados impedidos de casar? Acredito que a masturbação seria a saída mais segura. Isso se não houver intenção impura no coração. Mateus 5.28

O batismo no Espírito Santo, creio, é a única solução definitiva para este problema. Por conta disso, o cristão reúne condições de vencer o mau pensamento. É capaz de resolver o problema, já que Ele oferece saídas. Porém, enquanto isso não acontece, é normal, especialmente entre jovens em formação. É como disse a dra. Eunice.

O ideal seria ocupar a mente com pensamentos puros. Sendo assim, não haverá masturbação. E sem masturbação não haverá acusação maligna.

“Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer.” Gálatas 5.16

Que o Espírito de Deus seja com todos.




Rosa de Saron – As Dores do Silêncio

19, Maio 2010




Pedalada “Consciência Jovem”

18, Maio 2010

Este passeio de bicicleta por Lisboa, teve como objectivo anunciar o nosso Mega Evento “Consciência Jovem”, chamando e cativando outros jovens.

Vê as fotos deste encontro de jovens.




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