Evento na Serra da Estrela
25, Fevereiro 2010
Evento Força Jovem em Penafiel
25, Fevereiro 2010
Gala Força Jovem do Norte
25, Fevereiro 2010
Vivendo a “vida” – Uma história verídica…
19, Fevereiro 2010

Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me, no momento, quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane, minha amiga, escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o mundo, antes que seja tarde demais:
“Eu era uma jovem ’sarada’, criada em uma excelente família de classe média alta, em Florianópolis, Brasil. Meu pai é engenheiro eletrônico de uma grande estatal e procurou sempre dar, para mim e meus dois irmãos, tudo de bom e o que há de melhor, inclusive liberdade, que eu nunca soube aproveitar.
Aos 13 anos, participei e ganhei um concurso para modelo e manequim de uma grande agência de modelos, e fui até o final do concurso que selecionou assistentes de palco de um importante programa de televisão. Fui também selecionada para fazer um book em outra grande agência de modelos, em São Paulo.
Sempre me destaquei pela minha beleza física. Chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de Florianópolis. Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés.
Nos finais de semana, frequentava shopping centers, praias, cinema; curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer às pessoas ‘saradas’, física e mentalmente.
Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de amigos para a Oktoberfest, em Blumenau (SC). Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal. Fizemos um ‘esquenta’, no Bude, famoso barzinho na Rua XV.
À noite, fomos ao ‘Proeb’ e no ‘Pavilhão Galego’ havia um show maneiro da Banda Cavalinho Branco. Aquela movimentação de gente era ‘trimaneira’.
Eu já havia experimentado algumas bebidas. Tomava, escondido da minha mãe, o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada.
Na quinta feira, primeiro dia da Oktoberfest, tomei o meu primeiro porre de chopp. Que sensação legal! Curti a noite inteira ‘doidona’. Beijei uns 10 carinhas. Inclusive, minhas amigas colocavam o chopp numa mamadeira, misturado com guaraná para enganar os ‘meganhas’ (policiais), porque menor de idade não podia beber. Mas a gente bebeu a noite inteira e os ‘otários’ não percebiam.
Lá pelas 4hs da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos bombeiros. Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento, quase vomitei as tripas, mas o meu grito de liberdade estava dado.
No dia seguinte, aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles, como tensão pré-menstrual. No sábado, conhecemos uma galera de São Paulo, que alugaram um apartamento no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino.
Bebi um pouco no sábado. A festa não estava legal, mas lá pelas 5h30 da manhã, fomos ao ‘ap’ dos garotos para curtir o restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso ‘baseado’ (cigarro de maconha), que me ofereceram.
No começo, resisti, mas chamaram a gente de ‘Catarina careta’. Mexeram com nossos brios e acabamos experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas, no dia seguinte, antes de ir embora, experimentei novamente.
O garoto mais velho da turma, o ‘Marcos’, fazia carreirinha e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me, mas não tive coragem naquele dia.
Retornamos à ‘Floripa’, mas percebi que alguma coisa havia mudado. Eu sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino: ‘DROGAS.’ Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada e, sem perceber, eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.
Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria.
Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue, o efeito dela ficava mais forte e, aos poucos, não compartilhávamos a seringa, e sim o sangue que cada um cedia para diluir o pó.
No início, a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível. Comecei a comprar a ‘branca’ a R$ 10,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$20,00 a boa, e eu precisava, no mínimo, cinco doses diárias.
Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus ‘novos amigos’. Às vezes, a gente conseguia o ‘extasy’. Dançávamos nos ‘points’ a noite inteira e depois… farra!
O meu comportamento tinha mudado em casa. Meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida.
Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas. Aos poucos, o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem.
Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos, toda a minha família foi se desestruturando.
Fui internada diversas vezes em clínicas de recuperação. Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para tentar reverter o quadro.
Quando eu saía da clínica, aguentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família.
Em dezembro de 2007, a minha sentença de morte foi decretada. Descobri que havia contraído o vírus
da aids, não sei se me picando, ou através de relações sexuais, muitas vezes, sem camisinha.
Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha. Aos poucos, os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando: família, amigos, pais, religião, Deus – até Deus –, tudo me parecia ridículo. Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los. Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo.
Estou internada, pesando 24 kg, horrível. Não quero receber visitas porque não podem me ver assim. Não sei até quando sobrevivo, mas, do fundo do coração, peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca.Você, com certeza, vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim.”
OBS: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise, que cuidava dela, comunicou que Patrícia veio a falecer 14 horas depois que escreveram esta carta, de parada cardíaca respiratória em consequência da aids.
Publicado por Bispo Edir Macedo
“Veste Brega”
19, Fevereiro 2010
Mais uma vez realizamos um evento Força Jovem, onde os jovens poderam reunir-se para mais uma tarde bem animada e divertida.
Aconteceu no dia 14 de Fevereiro na região do Estoril. O tema foi “Veste Brega”, todos os jovens vieram vestidos de um jeito bem brega, onde tivemos muita comida, música e animação.
Existe tratamento para a TPM?
19, Fevereiro 2010

Não há tratamentos oficialmente reconhecidos, o que existe são formas de controle dos sintomas, que em alguns casos podem ser bastante eficazes, como por exemplo mudanças na dieta e no estilo de vida.
Procure aumentar a ingestão de fibras (encontradas nos cereais integrais, frutas e hortaliças), reduzir o consumo de gorduras saturadas (gorduras animais) e de carboidratos simples (açúcar e mel principalmente); reduza o consumo de sal e de bebidas como o café, chá e refrigerantes a base de cola, pois eles contém substâncias chamadas metilxantinas (cafeína, teobromina e teofilina) que são comprovadamente excitantes.
Não se deve abusar de bebidas alcoólicas e recomenda-se a prática de exercícios prática de exercícios e a redução do stress.
Estudos mostram também que o consumo de alimentos ricos em cálcio (leite e derivados) também pode ajudar a reduzir os desconfortos desta fase. Um estudo conduzido no Centro Ósseo Metabólico do St. Luke’s – Roosevelt Hospital nos Estados Unidos, avaliou a capacidade do cálcio em aliviar os desconfortos mensais de 466 mulheres com TPM.
As integrantes do grupo que usava suplementação de cálcio apresentaram uma redução de 54% nas dores e no desconforto, enquanto o grupo controle (sem suplementação) apresentou um aumento de 15%.
Portanto, leites e derivados, verduras, legumes, cereais e leguminosas, especialmente os integrais, fornecem grande parte dos elementos nutricionais que propiciam o adequado equilíbrio entre hormônios femininos, corrigindo as TPM. Nos casos mais graves, procure sempre acompanhamento médico.
Como aliviar os sintomas
-Reduzir a ingestão de cafeína e álcool. A cafeína, contida no café, nos chocolates, em muitos refrigerantes e em alguns medicamentos, aumenta a ansiedade e a instabilidade emocional. O álcool pode provocar dores de cabeça, fadiga e depressão.
-Diminuir o sal nos alimentos. Isso reduz o inchaço causado pela retenção de água pelo corpo.
-Comer alimentos ricos em cálcio. Isso vai ajudar a reduzir o inchaço e a variação de humor.
-Fazer exercícios aeróbicos. O exercício ajuda a reduzir as cólicas menstruais e melhora o humor. Além disso, eles liberam as endorfinas, substâncias produzidas no nosso organismo que são responsáveis pela sensação de bem estar. O ideal é praticar exercícios moderados, como caminhar, andar de bicicleta ou nadar.
-Adicionar carboidratos complexos à sua dieta, tais como cereais integrais. Isso reduz a fadiga e as variações de humor.
-Tomar uma multivitamina. Embora a teoria de que a TPM é causada pela ausência de vitaminas como A, B6, C e D não seja muito aceita, algumas mulheres sentem-se melhor com o uso de multivitaminas.
-Acupuntura. Tem apresentado muitos benefícios, principalmente a redução do “stress” e das cólicas menstruais.
-Ioga, meditação. Ajudam na redução do stress, diminuindo ansiedade e depressão.
Óculos de sol – Tendências para 2010
9, Fevereiro 2010
As tendências de óculos de sol para 2010 são cores e tamanhos chamativos, influenciadas pelas décadas de 60, 70 e 80.Veja o que está em alta:
- Armações grossas feitas de diferentes materiais;
- Detalhes e aplicações;
- Além do preto, cores chamativas como roxo, rosa, verde, cinza e amarelo;
- Modelos arredondados com pontas quadradas, que combinam com todos os tipos de rostos.
Falando em combinar com o rosto, um detalhe muito importante, além da importância de proteger os olhos, os óculos devem ser escolhidos de acordo com o formato do rosto da pessoa.
Veja:
- Para quem possui o rosto redondo, deve usar as armações quadradas, que evitam que o rosto fique muito achatado;
- Para quem tem o rosto quadrado ou triangular deve usar modelos redondos que suavizam o rosto;
- Já quem tem o rosto oval pode usar todos os tipos de óculos. Mas os quadrados com canto arredondado caem super bem;
- O rosto alongado fica legal com modelos esportivos, ou tamanhos maiores;
- O rosto em formato de coração combina com óculos em formatos pequenos e sem armações;
Dicas:
- Procure variar a cor da armação de acordo com o tom da sua pele. Se for clara, use armações escuras;
- Óculos grandes ficam legais em mulheres altas ou que tenham cabelos volumosos;
- Não se esqueça de verificar se óculos possui proteção contra os raios ultravioletas.
Controla a tua vida
4, Fevereiro 2010
A melhor forma de evitarmos gastar as nossas energias de forma desnecessária, é perguntando-se, antes de iniciar qualquer tarefa
Que compromisso é mais importante?
A esse, só posso dar o meu melhor, a nível espiritual, físico ou profissional. Porém a esse certifico-me de que estou em condições de dedicar todo o meu empenho e eficiência. Temos visto alguns, que aparentemente estão cheios de energia. Por isso convidamos-lhe a identificar onde tem desperdiçado a sua energia:
• actividades sem sentido
Desempenhar tarefas das quais não dá a sua devida importância;
• pressão sem trabalho
Não pode realizar tarefas que de facto são importantes;
•conflitos sem solução
Não conseguir lidar com o problema.




